sábado, 14 de abril de 2012

Gente folgada



Tem gente que sente uma dificuldade imensa em seguir regras. São aquelas pessoas que acreditam estar acima da média, gente com o ego lá nas alturas. Pessoas portadoras da síndrome  “sou especial demais”. Os famosos adultos mimados, imaturos. Gente que não se sente na obrigação de cumprir os deveres, como a grande maioria.

O pior é que esses sujeitos estão por todos os lugares querendo, sempre, levar vantagem em tudo. Para essas pessoas sobra cara de pau e falta óleo de peroba. São os metidos a espertalhões. Gente que faz valer a expressão “ jeitinho brasileiro”. Cidadãos transgressores, egocêntricos. Seres que acreditam que o mundo deve girar ou parar de acordo com a sua própria vontade.

Essas figuras me cansam, me chateiam. Afetam o meu bom humor e a minha boa vontade. São pessoas folgadas, que encaram a vida de forma infantil. Gente de caráter frágil, de personalidade duvidosa. São seres emocionalmente prejudiciais.

Lamento que a convivência com esse tipo de pessoa seja inevitável. Como eu disse acima - esses sujeitos estão presentes em todos os lugares, todos mesmo: no trabalho, no trânsito, na academia, às vezes até na própria família.

Tenho aprendido que para conviver com gente assim é necessário não bater de frente, o que não significa aceitar ou deixar de enxergar o erro. No entanto, pessoas habituadas a não seguir regras custam a mudar, normalmente só mudam quando a vida cobra delas uma postura mais seria e ética.

Camila Santos

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Vá ao Parque



Acredito que não há lugar mais democrático, arejado e acessível para prática de exercícios do que o parque. Lá nós podemos correr, caminhar, alongar ou corpo ou simplesmente ficar sentados observando o movimento à nossa volta.

O parque é um espaço para todos. É um lugar onde ninguém repara se estamos com gordura a mais ou a menos. Lá todo mundo é gente; magrinhos, gordinhos, sarados não sarados, bombados  não bombados.

No parque também não existe ditadura da moda. Um tênis velho e uma calça skeene, surrada, são suficientes para praticar qualquer atividade. Afinal, em meio a tanta gente quem é que vai reparar que nós não estamos usando uma roupa fitness de grife?

No parque nós podemos, ainda, pegar um bronzeado, enquanto nos exercitamos. Podemos ler um livro, paquerar, sentar debaixo de uma árvore, entre outras coisas.

Fica a dica. Vá ao parque!

Camila Santos







domingo, 5 de fevereiro de 2012

Do you speak English



Estudando inglês eu me sinto como uma criança na pré-escola aprendendo a ler, a falar e a escrever. Faço ditados, ouço cds, leio algumas revistas e me debruço sobre o meu livro didático, cheio de ilustrações, adoro as ilustrações!!

Eita aprendizado difícil. Admiro quem já domina o idioma e admiro, mais ainda, quem domina outros idiomas, porque haja paciência e persistência apenas para aprender o inglês. 

Quem já tem fluência no inglês diz que não há coisa melhor para treinar o ouvido do que assistir  filmes sem legenda mas, se você é um aluno do nível intermediário, como eu, e já tentou fazer esse treino algumas vezes deve ter ficado frustrado com apenas cinco minutos de filme, afinal, vamos combinar que é chato pra caramba entender apenas três ou quatro palavras de cada 3 frases ditas.

Também estou tentando cantarolar algumas músicas do idioma. A minha música do momento é “The Lazy Song”, mas eu empaquei na primeira parte da canção antes do trecho que diz huhuuuul, rsrs. Acho que agora vou tentar “Someone Like You”.

Exageros a parte, o fato é que aprender inglês é um processo lento que não permite queima de etapas e até que a língua solte de vez o jeito é ter paciência, fazer exercícios, ouvir músicas...

Camila Santos

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Em 2012 eu quero...


2012 já começou e meu principal plano neste ano bissexto é não fazer planos. Não quero planejar nada, não quero programar nada. Quero de verdade deixar a vida acontecer.

Cansei de planejar, de querer controlar. Cheguei à conclusão que não vale a pena gastar energia arquitetando cada novo passo a ser dado. Eu quero mesmo é deixar fluir!

E que venham os acontecimentos. Que venham os amores e também os desamores. Que venham às vitórias, as frustrações, os risos, as alegrias. Que venham os trabalhos, as viagens, as saudades. Que venha a vida em 2012.


Camila Santos

domingo, 4 de dezembro de 2011

Não me deixe só


Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Tenho desejos maiores
Eu quero beijos intermináveis
Até que os olhos mudem de cor

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Que o meu destino é raro
Eu não preciso que seja caro
Quero gosto sincero do amor

Fique mais, que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem

Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa, sou macumbeira
Eu sou de paz, eu sou de bem mais

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Ah ah.ah ah ah ah ah aah
Ah ah.ah ah ah ah ah aah
Ah ah.ah ah ah ah ah aah

Fique mais, que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem

Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa, sou macumbeira
Eu sou de paz, eu sou de bem mais

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Vanessa da Mata



segunda-feira, 14 de novembro de 2011

28 anos


Vinte e oito anos é uma idade complicada. Acredito que até muito mais complicada que os dezoito anos, fase em que saímos do colegial rumo direto ou quase direto, como foi o meu caso, para a Universidade. No entanto, aos 18 anos tudo parece muito promissor, olhar para o futuro é seguro, é gostoso. Nesta fase temos a falsa ideia de que a vida é uma linha linear e tudo, tudinho mesmo, será do jeitinho que planejamos.

Aos vinte e oito anos a história muda. Algumas escolhas já foram feitas, alguns caminhos já foram traçados e daí nos deparamos com a seguinte questão: Será que fizemos a escolha certa? Para a nossa frustração a resposta não vem, pelo menos até agora não veio para mim, e a pergunta continua viva em nossas cabecinhas: FIZEMOS OU NÃO FIZEMOS A ESCOLHA CERTA???

Definitivamente 28 anos é a idade do questionamento. É a idade da crise, do conflito, pelo menos no meu círculo de amizade tem sido assim. Não há uma só criatura que conheço com esta idade que não esteja com vontade de mudar o rumo antes de continuar seguindo em frente.

O fato é que vinte oito anos é uma idade difícil. Parece até que a vida nos cobra uma nova postura, nos força a fazer novas escolhas. Somos praticamente empurrados a optar por novos caminhos.

Ah quem acredite que a crise dos vinte oito anos é conseqüência de um fenômeno chamado retorno de saturno. (agora até o planeta Saturno, acreditem ou não, tem culpa no cartório). Mas o que este bendito planeta tem a ver com a crise dos 28 anos? (o google pode explicar!).

Enquanto Saturno lá de cima não deixa nós, seres mortais de 28 anos, em paz o melhor é ir levando com ou sem crise. Acredito que até os 29 anos as respostas cheguem até nós. Se não chegar vamos chutar o balde.


Camila Santos

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Vou Deixar

Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Estou no meu lugar
Você já sabe onde é
É, não conte o tempo por nós dois
Pois, a qualquer hora posso estar de volta
Depois que a noite terminar

Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Seguir a direção
De uma estrela qualquer
É, não quero hora pra voltar, não
Conheço bem a solidão, me solta
E deixa a sorte me buscar

Eu já estou na sua estrada
Sozinho não enxergo nada
Mas vou ficar aqui
Até que o dia amanheça
Vou me esquecer de mim
E você, se puder, não me esqueça

Vou deixar o coração bater
Na madrugada sem fim
Deixar o sol te ver
Ajoelhada por mim, sim
Não tenho hora pra voltar, não
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar

Eu já estou na sua estrada
Sozinho não enxergo nada
Mas vou ficar aqui
Até que o dia amanheça
Vou me esquecer de mim
E você, se puder, não me esqueça

Não, não, não quero hora pra voltar, não
Conheço bem a solidão, me solta
E deixa a sorte me buscar
Não, não, não tenho hora pra voltar, não
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar