sexta-feira, 24 de julho de 2015

Aniversário

Quando o mês de julho começa, eu também começo a contagem regressiva para o dia do meu aniversário: 25 de julho. Algumas pessoas não gostam de comemorar o aniversário, eu adoro. Curto de verdade! Posso até não celebrar a data com uma grande festa ou na agitação da balada. Mas faço a minha comemoração pessoal - introspectiva - e vibro por saber que neste dia eu posso me sentir especial aos olhos do mundo.  Aniversário, na minha opinião, é sinônimo de alegria.

Também acredito que a data do nosso aniversário simboliza o nosso renascimento - não apenas no sentido literal, mas principalmente no sentido figurado. A data é uma oportunidade que a vida nos dá de renovar a nós mesmos e todas as coisas que estão a nossa volta. É um período de olhar para o futuro, com otimismo, e deixar para trás todas as coisas que estão empacando a nossa vida - e nisso eu incluo velhos hábitos, pessoas e situações que nos fazem morrer um pouco a cada dia, sem que a gente perceba. 

Dentre tantas coisas que eu almejo neste 25 de julho de 2015, uma delas é assertividade. Quero encontrar o meu caminho e o meu lugar no mundo. Desejo ir ao encontro da minha verdadeira vocação profissional e colocá-la em prática o mais rápido possível. Quero sentir que estou no lugar certo, fazendo as coisas certas. Quero assertividade para amar o certo e pretendo, como nunca, deixar os amores incertos, complicados e indecisos para trás. Todos esses amores, desalinhados, não cabem mais na minha vida. Assim como também não cabem os trabalhos quebra galhos, que representam apenas um meio para ganhar dinheiro. I want more!! Plenitude será o meu mantra a partir de amanhã!


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Upside Down


Who's to say
What's impossible
Well they forgot
This world keeps spinning
And with each new day
I can feel the change in everything
And as the surface breaks reflections fade
But in some ways they remain the same
And as my mind begins to spread its wings
There's no stopping curiosity


I wanna turn the whole thing upside down
I'll find the things
they say just can't be found
I'll share this love I find with everyone
We'll sing and dance to Mother Nature's songs
I don't want this feeling to go away…

Jack Johnson


sábado, 11 de abril de 2015

Dia do jornalista



Tempos atrás uma grande amiga fez o seguinte comentário: “é incrível como as escolhas que fazemos quando jovem determinam nosso futuro”. Essa minha amiga, uma amiga que gosto muito, se referia ao momento profissional que eu vivo: jornalista formada, que trabalha como freelancer, a procura de emprego, com carteira assinada.

Minha amiga estava certa. Quando decidi cursar jornalismo, há dez anos, eu não imaginava, nem de longe, que essa escolha se refletiria de forma negativa na minha vida. Na época era a escolha certa a se fazer. Eu queria ser jornalista, queria escrever e não tinha dúvida nenhuma em relação a isso. Não conseguia me enxergar exercendo outra profissão e minha intuição dizia que eu estava no caminho certo. Pois bem, fiz a matricula na faculdade, trabalhei duro para pagar o curso, me privei de uma serie de coisas e estudei, com dedicação e seriedade.

Hoje me pergunto se tanta dedicação valeu a pena. Às vezes acho que sim, outras vezes - na maior parte do tempo -, acredito que não. Trabalhar no que se gosta é o máximo, mas ter dinheiro no bolso e na conta bancaria é compensador.

Longe de me colocar numa posição de vítima das circunstâncias sempre questiono se minha atual realidade – sem emprego fixo, sem dinheiro na conta -, não é fruto da minha falta de talento. Será que nasci para ser jornalista? Sempre penso que se tivesse real talento para profissão eu estaria bem empregada e estaria sendo bem remunerada. Recentemente minha chefe (chefe do freela fixo) disse que eu sou uma das poucas pessoas vocacionada que ela conhece. Eu gostaria de ter essa mesma certeza, mas não tenho. Sempre penso que se realmente tivesse vocação para a profissão eu estaria numa posição bem mais confortável na vida.

Talvez eu tenha idealizado tanto essa profissão a ponto de não enxergar que as coisas aconteceram; a seu modo, não como eu esperava ou desejava, mas aconteceram. Bem ou mal eu trabalho como jornalista e fico feliz quando no dia a dia uso coisas que aprendi na faculdade. Não consegui emprego numa grande editora, não fiz carreira num grande veiculo de comunicação. Mas tenho a sorte de trabalhar para uma revista, poder criar texto e vê-los publicados. Fico feliz quando vejo um texto que escrevi publicado - seja ele um texto institucional, uma reportagem, ou mesmo um texto que ajudei a editar - a conhecida ‘colcha de retalhos’.

Hoje enxergo que essa foi a forma que a vida tem me permitido exercer a profissão. E quem somos nós para querer brigar com as situações que a vida nos impõe? Entre acertos, erros e tropeços eu continuo vivendo o jornalismo a meu modo e também intercalo trabalhos, que pouco ou nada tem a ver com jornalismo, para garantir que as minhas contas sejam pagas em dia. O difícil saber se estou no lugar certo, fazendo a coisa certa...

Camila Santos





terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Adeus 2014


Termino 2014 com uma lista de promessas não cumpridas, de amores não realizados e de textos inacabados. Foi um ano improdutivo, interminável, mal aproveitado. Ah, que ano! O ano dos sonhos não concretizados e dos desejos irrealizados. Dois mil e quatorze acaba de entrar para a minha lista de anos difíceis.

Faltou serenidade para dormir bem. Faltou paz de espírito para viver zen. Sobraram angústias, incertezas, dívidas e dores de cabeça. Faltaram os amores e sobraram os desamores. Faltou fé, coragem e até uma dose de traquinagem. A tristeza se fez presente. O dinheiro permaneceu ausente. Que ano! Que canseira!

Aninho chato, complicado, arrastado. Este ano testou a minha paciência e a minha fé - e sinto que fui reprovada nesses dois quesitos. A paciência faltou, em diversos momentos, e a fé vacilou, a todo tempo.

O ano foi tão exaustivo que comecei a contagem regressiva para ele acabar já no mês de outubro. Pela minha cabeça só passava um pensamento: acaba logo 2014 e leve embora todas minhas as minhas decepções, meu desânimo e minhas inquietações.

Dois mil e quatorze deixou a desejar. Em 2014 eu deixei a desejar. Faltou força e também foco. Faltou principalmente eu tirar os planos do papel - deveria ter me dedicado menos as listas e mais as conquistas. Fazer o que? Faltou coragem e também assertividade.


Que 2015 renove minhas forças, minha fé e minha crença de que de uma hora para outra tudo pode mudar para melhor. Que seja o ano das realizações e dos caminhos abertos. 

Camila Santos

domingo, 23 de novembro de 2014

Felicidade

Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz
Sentirá o ar sem se mexer
Sem desejar como antes sempre quis
Você vai rir, sem perceber
Felicidade é só questão de ser
Quando chover, deixar molhar
Pra receber o sol quando voltar

Lembrará os dias
que você deixou passar sem ver a luz
Se chorar, chorar é vão
porque os dias vão pra nunca mais

Melhor viver, meu bem
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você
Chorar, sorrir também e depois dançar
Na chuva quando a chuva vem

Melhor viver, meu bem
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você
Chorar, sorrir também e dançar
Dançar na chuva quando a chuva vem

Tem vez que as coisas pesam mais
Do que a gente acha que pode aguentar
Nessa hora fique firme
Pois tudo isso logo vai passar

Você vai rir, sem perceber
Felicidade é só questão de ser
Quando chover, deixar molhar
Pra receber o sol quando voltar

Melhor viver, meu bem
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você
Chorar, sorrir também e depois dançar
Na chuva quando a chuva vem

Melhor viver, meu bem
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você
Chorar, sorrir também e dançar
Dançar na chuva quando a chuva vem

Dançar na chuva quando a chuva vem
Dançar na chuva quando a chuva
Dançar na chuva quando a chuva vem



Marcelo Jeneci

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Sei lá... a vida tem sempre razão


Tem dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente não vejo saída.
Como é, por exemplo, que dá pra entender:
A gente mal nasce, começa a morrer.

Depois da chegada vem sempre a partida,
Porque não há nada sem separação.
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão.
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.

A gente nem sabe que males se apronta.
Fazendo de conta, fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe,
E o sol que desponta tem que anoitecer.

De nada adianta ficar-se de fora.
A hora do sim é o descuido do não.
Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão.
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.


Toquinho

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Toda Forma de Amor

Eu não pedi pra nascer
Eu não nasci pra perder
Nem vou sobrar de vítima
Das circunstâncias


Eu tô plugado na vida
Eu tô curando a ferida
Às vezes eu me sinto
Uma mola encolhida...


Lulu Santos